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  • 01/12/2020 PAPO DE PROFISSA: Dúvida de muitos! Qual tipo de carboidrato usar durante treino/ prova?
    Quando pensamos em carboidrato lento ou rápido, queremos identificar a capacidade destes em alterar as concentrações de glicose no sangue. Um carboidrato rápido...
    Quando pensamos em carboidrato lento ou rápido, queremos identificar a capacidade destes em alterar as concentrações de glicose no sangue. Um carboidrato rápido é esvaziado do estômago, digerido e absorvido rapidamente, vai para a via de oxidação e geração de energia, diferente de um carboidrato de liberação lenta, que em alguns casos, precisa ser convertido em glicose no fígado e isso pode ser um processo que retarda a geração de energia. Portanto, esses carboidratos fornecem energia de forma mais gradual e ao longo de um período maior de tempo. Para você entender, vamos listar os grupos de carbos: Lentos: frutose, galactose, isomaltulose, amilose Rápidos: glicose, sacarose, maltose, maltodextrina, amilopectina Blends com mais rápida absorção: Glicose + frutose, maltodextrina+ frutose, glicose+ sacarose + frutose E aí, qual a melhor opção? Todos já sabem que os carbos lentos não causam pico de insulina e glicemia. Os carbos rápidos também não! Durante o exercício de corrida de média a alta intensidade, adrenalina (epinefrina) liberada causará uma queda na insulina, portanto, não precisamos nos preocupar com isso. Carboidratos lentos são ideais para corridas com oportunidades limitadas de beber ou comer, como nos treinos de endurance, trilhas superiores a 2 horas. Outro ponto importante, é que os carbos lentos fornecem energia durante um período maior de tempo. Por isso eles ficam mais tempo no intestino, são liberados lentamente e tem maior chance de desencadear problemas gastro-intestinais, como diarreia, refluxo, arroto, estufamento e azia. Então, para fechar e decidir, olha a dica aí corredor! Quanto mais carboidrato existe no intestino, que NÃO é oxidado, maiores são as chances de desconforto gastro-intestinais e os carboidratos mais lentos geralmente ficam mais tempo no intestino ?
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  • 24/11/2020 PAPO DE PROFISSA: O que lesiona mais: volume ou intensidade de treino?
    Uma das maiores causas de aparecimento de lesões nos corredores tem a ver com o acréscimo de carga na planilha de treino sem as devidas adaptações. Vou dar um exemplo:...
    Uma das maiores causas de aparecimento de lesões nos corredores tem a ver com o acréscimo de carga na planilha de treino sem as devidas adaptações. Vou dar um exemplo: um corredor que estava habituado a correr 15km/semana divididos em 3 treinos de 5km, subitamente aumenta seu volume semanal para 60km/semana porque se inscreveu em uma maratona. Ou ainda aquela corredora que quer baixar seu pace e resolve fazer tiros de 200 e 400m a uma intensidade muito forte a que não estava acostumada. Sabemos que as variações de volume e intensidade são muito importantes para o ganho de performance no atleta, mas muitas vezes o acréscimo não bem orientado ou de forma muito abrupta pode propiciar o aparecimento daquela dor indesejada e impedir a realização dos treinos. Sendo assim, muitos atletas me perguntam no consultório: o que é mais “perigoso”: subir o volume de treino ou a intensidade bruscamente? Bom, apesar de, teoricamente o volume de treinamento influenciar mais, pois acarreta maior tempo de exposição ao agente causal (no caso a corrida) não existe um consenso na literatura. Até porque, o padrão das lesões encontradas no elevado volume e intensidade, pode diferir um pouco. Mas ambas as mudanças podem lesionar. Em setembro de 2018, a JOSPT, uma das mais conceituadas revistas de Fisioterapia Ortopédica e desportiva publicou um belo artigo randomizado comparando os riscos de surgimento de lesões em ambos os casos (volume e intensidade). Foram 447 corredores divididos em subgrupos onde um grupo trabalhava com ganho de intensidade a cada treino, trabalhando acima de 88% do VO2 máximo enquanto o outro grupo a cada semana aumentava sistematicamente a distância percorrida. Ao longo de 16 semanas, foram encontradas 80 lesões, sendo que não houve diferença entre os grupos na sua incidência. Mas uma coisa se mostrou bastante evidente, em 16 semanas, quase 20% dos corredores se lesionaram devido a uma mudança importante na planilha de treinamento. Lesões acontecem. Faz parte do jogo. Mesmo assim devemos sempre fazer de tudo para evitá-las ou minimizá-las. Sendo assim, sugiro sempre ao encarar um novo desafio, trocar uma ideia com sua equipe (médico, preparador físico, fisioterapeuta, nutricionista, etc) para adequar sua planilha de forma mais parcimoniosa e coerente possível. Vamo q vamo ! 
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